HISTÓRIA NO TOCANTINS

A sua Rede Social de História - Inscreva-se! É rápido e gratuito!

Olá! Seja Bem-Vindo!

O História no Tocantins é uma rede social voltada para estudantes, professores, pesquisadores e amantes de História. Sua interface se baseia no conceito de Web 2.0, em que cada internauta é potencialmente um produtor de conteúdo.

Publique textos, fique informado, acompanhe pesquisas e troque idéias com os demais membros. O espaço é todo seu!

Atenção: A visualização do História no Tocantins é melhor com os navegadores Mozilla Firefox e Internet Explorer 7.0


Fotos

Carregando...
  • Adicionar fotos
  • Exibir todos

Vídeos

  • Adicionar vídeo
  • Exibir todos

Aniversários

Não há aniversários hoje

Últimas atividades

Ícone do perfilÍcone do perfil
Wemerson Antonio Soares e Irene Moraes Sousa Alves agora são amigos 30 Jul, 2010
Ícone do perfil
Maximiano Bezerra é agora um membro de HISTÓRIA NO TOCANTINS 13 Jul, 2010
Ícone do perfil
MiniaturaMiniatura
2 membros atualizaram as fotos nos perfis 17 Jun, 2010
Ícone do perfil
MiniaturaMiniatura
Irene Moraes Sousa Alves e Vivi Gomes entraram em HISTÓRIA NO TOCANTINS 17 Jun, 2010
Ícone do perfil
Fórum Afro-Brasileira TO atualizaram seus perfis 11 Maio, 2010
Ícone do perfil
Maria do Carmo da Silva é agora um membro de HISTÓRIA NO TOCANTINS 5 Maio, 2010
Ícone do perfil
Rodolfo Siviero Stein é agora um membro de HISTÓRIA NO TOCANTINS 23 Abr, 2010
Ícone do perfil
Sandra Cunha é agora um membro de HISTÓRIA NO TOCANTINS 24 Fev, 2010
Ícone do perfil
Gerusa de Melo é agora um membro de HISTÓRIA NO TOCANTINS 22 Fev, 2010
Ícone do perfil

EXPRESSÕES DE PRECONCEITO ETNICO-RACIAL

Porque temos que aceitar, reproduzir, cotidianamente expressões que refoçam o preconceito étnico-racial e o racismo? E com a mais absurda normalidade?. Temos que repudiar, criticar e promovermos uma ferrenêa discussão acerca desse tema. É vergonoso vermos nos meios de comunicações tais como: telejornais, novelas, programas humorísticos, de auditório etc., espressões que depreciam, inferiorizam, riducularizam a população afro, dificultando em muito a construção de uma identidade de…Ver mais...
Discussão postada por SÔNIA MARIA DE J. DA CONCEIÇÃO 18 Fev, 2010
Ícone do perfil
Gilberto de Almeida atualizaram seus perfis 27 Jan, 2010
Ícone do perfil
A Vontade de participar em saber da grande importância de estudar sobre a nossa história.
Status postado por Manuel Barbosa da Silva 6 Dez, 2009
Ícone do perfil
Manuel Barbosa da Silva atualizaram seus perfis 6 Dez, 2009
Ícone do perfil
Manuel Barbosa da Silva é agora um membro de HISTÓRIA NO TOCANTINS 6 Dez, 2009
Ícone do perfil
Fórum Afro-Brasileira TO comentou o grupo 'AFRICA NA SALA DE AULA' de Fórum Afro-Brasileira TO
Leia a carta do IV Fórum de Educação e Cultura Afro-brasileira do Tocantins 2009.
26 Nov, 2009
Ícone do perfil
Fórum Afro-Brasileira TO deixou um comentário para Telma de Sousa Santos Barbosa
Seja bem vinda à nossa página entre no grupo África na sala de aula e apresente sugestões.
26 Nov, 2009
 

Miscelânea do História no Tocantins

Caríssimas Professoras e Professores do Tocantins, estamos ampliando a discussão sobre História. Esse link é para vocês que muito já sabem sobre Europa e Brasil e que deseja navegar em novos conhecimentos.
Nosso primeiro desafio é socialiarmos os conhecimentos sobre esta temática na sala de aula, ou em outro ambiente escolar.
Se você souber, ou tiver alguma experiência de trabalho desenvolvido sobre África compartilhe conosco.
Para acessar a página do Fórum Permanente de Educação e Cultura Afro-Brasileira do Tocantins, clique aqui.


Formação continuada em história 2009. Clique aqui.
Módulo_I_História_DRE_ARAGUATINS.pdf

Está com alguma dúvida na navegação do História no Tocantins? Clique aqui para entrar no "Tutorial História no Tocantins compartilhe conosco.
. Lá você poderá encontrará vários tópicos de ajuda!

Tocantins Nóticias

O Fórum Permanente Educação e Diversidade Étnico-Racial do Distrito Federal

Prof. Antônio Carlos


“No Brasil é duro ser negro?”.

A mais importante atriz de Moçambique diz ter sofrido discriminação racial em São Paulo

Eliane Brum

Fazia tempo que eu não sentia tanta vergonha. Terminava a entrevista com a bela Lucrécia Paco, a maior atriz moçambicana, no início da tarde desta sexta-feira, 19/6, quando fiz aquela pergunta clássica, que sempre parece obrigatória quando entrevistamos algum negro no Brasil ou fora dele. “Você já sofreu discriminação por ser negra?”. Eu imaginava que sim. Afinal, Lucrécia nasceu antes da independência de Moçambique e viaja com suas peças teatrais pelo mundo inteiro. Eu só não imaginava a resposta: “Sim. Ontem”.

Lucrécia falou com ênfase. E com dor. “Aqui?”, eu perguntei, num tom mais alto que o habitual. “Sim, no Shopping Paulista, quando estava na fila da casa de câmbio trocando meus últimos dólares”, contou. “Como assim?”, perguntei, sentindo meu rosto ficar vermelho.
Ela estava na fila da casa de câmbio, quando a mulher da frente, branca, loira, se virou para ela: “Ai, minha bolsa”, apertando a bolsa contra o corpo. Lucrécia levou um susto. Ela estava longe, pensando na timbila, um instrumento tradicional moçambicano, semelhante a um xilofone, que a acompanha na peça que estreará nesta sexta-feira e ainda não havia chegado a São Paulo. Imaginou que havia encostado, sem querer, na bolsa da mulher. “Desculpa, eu nem percebi”, disse.

A mulher tornou-se ainda mais agressiva. “Ah, agora diz que tocou sem querer?”, ironizou. “Pois eu vou chamar os seguranças, vou chamar a polícia de imigração.” Lucrécia conta que se sentiu muito humilhada, que parecia que a estavam despindo diante de todos. Mas reagiu. “Pois a senhora saiba que eu não sou imigrante. Nem quero ser. E saiba também que os brasileiros estão chegando aos milhares para trabalhar nas obras de Moçambique e nós os recebemos de braços abertos”.

A mulher continuou resmungando. Um segurança apareceu na porta. Lucrécia trocou seus dólares e foi embora. Mal, muito mal. Seus colegas moçambicanos, que a esperavam do lado de fora, disseram que era para esquecer. Nenhum deles sabia que no Brasil o racismo é crime inafiançável. Como poderiam?


Lucrécia não consegue esquecer. “Não pude dormir à noite, fiquei muito mal”, diz. “Comecei a ficar paranoica, a ver sinais de discriminação no restaurante, em todo o lugar que ia. E eu não quero isso pra mim”. Em seus 39 anos de vida dura, num país que foi colônia portuguesa até 1975 e, depois, devastado por 20 anos de guerra civil, Lucrécia nunca tinha passado por nada assim. “Eu nunca fui discriminada dessa maneira”, diz. “Dá uma dor na gente”.

Ela veio ao Brasil a convite do Itaú Cultural, que realiza até 26 de junho, em São Paulo, o Antídoto – Seminário Internacional de Ações Culturais em Zonas de Conflito. Lucrécia apresentará de hoje a domingo (19 a 22/6), sempre às 20h, a peça Mulher Asfalto. Nela, interpreta uma prostituta que, diante de seu corpo violado de todas as formas, só tem a palavra para se manter viva.

Lucrécia e o autor do texto, Alain-Kamal Martial, estavam em Madagáscar, em 2005, quando assistiram, impotentes, uma prostituta ser brutalmente espancada por um policial nas ruas da capital, Antananarivo. A mulher caía no chão e se levantava. Caía de novo e mais uma vez se levantava. Caía e se levantava sem deixar de falar. Isso se repetiu até que nem mesmo eles puderam continuar assistindo. “Era a palavra que a fazia levantar”, diz Lucrécia. “Sua voz a manteve viva.” Foi assim que surgiu o texto, como uma forma de romper a impotência e levar aquela voz simbólica para os palcos do mundo.

Mais tarde, em 2007, Lucrécia montou o atual espetáculo quando uma quadrilha de traficantes de meninas foi desbaratada em Moçambique. Eles sequestravam crianças e as levavam à África do Sul. Uma menina morreu depois de ser violada de todas as maneiras com uma chave de fenda. Lucrécia sentiu-se novamente confrontada. E montou o Mulher Asfalto.

Não poderia imaginar que também ela se sentiria violada e impotente, quase sem voz, diante da cliente de um shopping em um outro continente, na cidade mais rica e moderna do Brasil. Nesta manhã de sexta-feira, Lucrécia estava abatida, esquecendo palavras. Trocou o horário da entrevista, depois errou o local. Lucrécia não está bem. E vai precisar de toda a sua voz – e de todas as palavras – para encarnar sua personagem nesta noite de estréia.

“Fiquei pensando”, me disse. “Será que então é verdade? Que no Brasil é difícil ser negro? Que a vida é muito dura para um preto no Brasil?” Eu fiquei muda. A vergonha arrancou a minha voz.


Fórum Permanente DF
Prof. Antônio Carlos


Os faraós negros conquistaram o Antigo Egito
Documento indica pressão do governo Geisel sobre jornalReceita Federal,
Retrato de Tiradentes foi idealizado, afirma historiador

Mensagens de blog

Thammy Guimarães Costa Borges

Largada para a Maratona: monografia!

Nesta primeira semana de agosto, inicio a parte mais prática de meu trabalho de monografia que - espero - será a mais divertida: as visitas ao povoado de Cocalinho - Santa Fé, meu objeto de estudo. Confesso que estou muito empolgada e um tanto apreensiva pois vou cair lá de "para-quedas", afinal, é a primeira vez que faço um trabalho de campo. Os amigos que lerem este post e tiverem alguma contribuição, qualquer que seja, mesmo uma mensagem de "vai dar certo!", serão muito bem-vindos. O tema é:… Continuar

Postado por Thammy Guimarães Costa Borges em 2 agosto 2009 às 23:28 — 2 Comentários

SÔNIA MARIA DE J. DA CONCEIÇÃO

HISTÓRICO DO HISPOR’ART

O HisPor’Art é um Grupo de Dança Afro, que surgiu a partir de um trabalho interdisciplinar em 2002, onde se envolveu as disciplinas: História, Língua Portuguesa e Artes, daí a origem do seu nome, tendo como autora a professora Sônia Conceição, graduada em História, com especialização em História Afro-brasileira e Africana.

O primeiro trabalho do grupo foi à interpretação rítmica do Poema de Castro Alves “Navio Negreiro”, musicado pelo Cantor Caetano Veloso, apresentado no III salão do… Continuar

Postado por SÔNIA MARIA DE J. DA CONCEIÇÃO em 29 maio 2009 às 11:21 — 1 Comentário

Jonathas Alencar Marques

Lista de livro sobre a História da África e Cultura afrodescendente

1 - "A África na sala de aula" - visita à História Contemporânea

Autora: Leila Leite Hernandez

Editora: Selo Negro

Prefácio: Mia Couto



2 - " Dicionário de Relações Étnicas e Raciais"

Autora: Ellis Cashmore

Editora: Selo negro



3 - "A África e os Africanos na formação do mundo atlântico" (1400 - 1800)

Autor: John Thornton

Editora: Campus



4 - "Racismo e Sociedade - novas bases epistemológicas para entender o racismo"

Autor:… Continuar

Postado por Jonathas Alencar Marques em 28 abril 2009 às 22:46 — 1 Comentário

Jonathas Alencar Marques

Lançamento do livro "Roda de São Gonçalo na comunidade Quilombola Lagoa da Pedra em Arraias (TO)"

Ocorreu no dia 08 de Abril de 2009 às 15:15 horas na Comunidade Quilombola Lagoa da Pedra, o lançamento do livro: “A Roda de São Gonçalo na Comunidade Lagoa da Pedra em Arraias (TO) – um estudo de caso de processo Folkcomunicacional”, do autor Wolfgang Teske, natural de Blumenau / Santa Catarina.

Dentre outros títulos, o professor Teske possui duas graduações: uma em Teologia pelo Seminário de Concórdia de Porto Alegre (RS) e a outra em Jornalismo, no curso de Comunicação Social do Centro… Continuar

Postado por Jonathas Alencar Marques em 28 abril 2009 às 22:36 — 3 Comentários

Sonha Maria Eufrazio Marques Reis

Postado por Sonha Maria Eufrazio Marques Reis em 28 abril 2009 às 22:14

Maximiano Santos Bezerra

O GENOCÍDIO ESQUECIDO

A REVOLTA DOS HEREROS E NAMA NA NAMÍBIA.



Completaram-se 105 anos da Resistência do povo Herero e Nama contra imperialismo alemão na Namíbia. Saiba como foi o genocídio que vitimou a maioria das populações desses povos e das experiências genéticas racistas desenvolvidas dentro dos campos de concentração na Namíbia.

Acesse todo o artigo no Blogger do CNNC/BA:

http://cnncba.blogspot.com/



Li esta pesquisa e fiquei chocado, este é um daqueles acontecimentos que eu… Continuar

Postado por Maximiano Santos Bezerra em 8 março 2009 às 6:27

Maximiano Santos Bezerra

Dia Nacional da Consciêcia Negra...

Dia Nacional de Zumbi e da Consciência Negra: data já adotada em 360 municípios pode se tornar feriado nacional

Com a força de impedir os questionamentos feitos a leis municipais e estaduais, projetos de lei tramitam no Congresso para instituir como feriados o Dia Nacional da Consciência Negra (20 de novembro), a terça-feira de Carnaval e o Corpus Christi.



Prestes a ser transformado em lei, o projeto do senador Paulo Paim (PT-RS) que declara feriado o dia da morte de Zumbi dos… Continuar

Postado por Maximiano Santos Bezerra em 22 fevereiro 2009 às 12:06

Maximiano Santos Bezerra

Seis Anos da Sanção da Lei 10.639/03

09 DE JANEIRO DE 2009- 06 ANOS DA SANÇÃO DA LEI FEDERAL Nº 10.639/03

"O preconceito racial muda a vida das pessoas de várias maneiras, estabelecendo relações humanas tensas e conflituosas, gerando a massificação dos estereótipos e a cultura da intolerância, da auto-negação e das angustiantes inquietações hameletianas: ser ou não ser, eis a questão!

O racismo se transfigura em manifestações pessoais e expressões coletivas criando uma certa esquizofrenia social. É preciso render-se ao… Continuar

Postado por Maximiano Santos Bezerra em 18 janeiro 2009 às 7:55

Maximiano Santos Bezerra

Morreu o criador do dia 20 de novembro - dia da consciência negra

O Movimento Negro brasileiro perde um de seus ícones na luta contra o racismo, o Inventor do Dia Nacional da Consciência Negra





Obituá¡rio 02/01/2009 - 08h25min

Morre gaúcho idealizador do Dia da Consciencia Negra

Oliveira Ferreira da Silveira tinha 67 anos e fez parte do Grupo Palmares

O professor, poeta e pesquisador gaúcho Oliveira Ferreira da Silveira morreu

às 22h30min de quinta-feira, aos 67 anos, ví­tima de cancer. Ele foi um dos

idealizadores do… Continuar

Postado por Maximiano Santos Bezerra em 6 janeiro 2009 às 21:54

 
 
 

Membros

  • Gerusa de Melo
  • Edelzuita Sá (Zuita Sá)
  • Cleube A. da Silva
  • Sonha Maria Eufrazio Marques Reis
  • Adriana Guimarães Amorim
  • Maximiano Bezerra
  • Irene Moraes Sousa Alves
  • Fórum  Afro-Brasileira TO
  • Maximiano Santos Bezerra
  • Wemerson Antonio Soares
  • Rodolfo Siviero Stein
  • Thammy Guimarães Costa Borges
  • Ani Maria Gibbert Rodrigues
  • Gilberto de Almeida
  • Black eye



.
.

© 2012   Criado por Wemerson Antonio Soares.   Ativado por .

Badges  |  Relatar um incidente  |  Termos de serviço